LIVRO RECOMENDADO - IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
LIVRO RECOMENDADO

( gentilmente enviado pelo autor/amigo Ives Gandra para Selmo Vasconcellos )
UMA BREVE TEORIA DO PODER
IVES GANDRA DA SILVA MARTINS

EDITORA REVISTA DOS TRIBUNAIS, SÃO PAULO, SP, 2009.
Rua do Bosque, 820 – Barra Funda – 01136-000 – São Paulo, SP.
www.rt.com.br
Uma Breve teoria do Poder objetiva, exclusivamente, desventrar as razões que levam o homem a desejá-lo e quais os limites para a sua conquista e exercício. Partindo de reflexões filosóficas, análise histórica, formatações jurídicas, conformações econômicas, vivência política e considerações sociológicas, adentra o mundo dos fatos, da realidade do poder e de seus detentores, procurando demonstrar que o poder se justifica por si mesmo. O servir àqueles que lhe são subordinados, constitui, de rigor e apenas, efeito colateral ou, na maioria dos casos, campo de manipulação demagógica, como o correr dos séculos tem demonstrado.
A evolução da humanidade tem permitido o aprimoramento de mecanismos capazes de conter a escalada dos que o ambicionam, dentro de certos limites ou fronteiras. Se alguém, porém, com carisma próprio e sem oposição à altura, consegue alcançá-lo e exercê-lo à sua maneira e semelhança, nenhuma Constituição ou sistema legal é capaz de ofertar anteparo seguro contra esse intento, pois conquista e manter o poder é a grande e primeira ambição de todos os políticos ou déspotas, na história.
A teoria é breve e centrada, fundamentalmente, na figura daquele que detêm o poder, nos motivos que levam a essa ambição e na conseqüência de seu exercício sobre as massas.
Por isto, denominou-a o autor “breve”, adjetivo mais aplicável à história do que às teorias, mas, no caso, justificável, pois seu foco central é, exclusivamente, o homem detentor do poder.
SUMÁRIO
Introdução
1-O instinto de sobrevivência
2-O homem primitivo e a teoria da força
3-As regras naturais de Cálicles
4-A lei como redutora do poder
5-A natureza humana
6-Os tipos humanos
7-O poder e seus espaços
8-O poder e o servir
9-A teoria de servir e a vontade do domínio
10-Servir : efeito de manipulação
11-A ética e o poder, incompatibilidade permanente
12-O dinheiro e o prestígio – Moedas de troca
13-A força da contestação
14-A vaidade do homem
15-Os sábios e a tentação da superioridade
16-A alternativa dos empreendedores
17-Os contestadores ideológicos
18-Despreparados como nova via
19-Os estadistas, como exceção
19-Os políticos, como meio de vida
21-A necessidade do poder
22-A manipulação do povo
23-A demagogia
24-A lei como limite do poder e sua pouca eficácia
25-O ódio à oposição
26-A luta pela manutenção do poder
27-As guerras
28-A origem da guerra
29-Os amigos do rei
30-O tributo
31-Teorias filosóficas, constitucionais, partidos políticos, tripartição de poder, parlamentarismo e presidencialismo
32-O pouco impacto da experiência histórica
33-A evolução da humanidade cultural e empreendedora
34-Convivência do poder e do povo com a evolução tecnológica e científica
35-Uma teoria do poder
36-Os caminhos do futuro
BIBLIOGRAFIA
OBRAS DO AUTOR
INTRODUÇÃO
O título pode parecer estranho. Escreve-se uma breve história de poder, mas afirmar que uma teoria é breve, causa espécie.
Quis, entretanto, utilizar a adjetivação para a teoria que formulo, em face de não se tratar de nenhuma teoria política, filosófica, sociológica, econômica, jurídica ou mesmo histórica, sobre o poder. É apenas uma teoria sobre a natureza do homem, no exercício do domínio sobre os outros, quando assume governos. E se restringe, fundamentalmente, a este aspecto.
Quando Montesquieu afirmou que o homem não é confiável no poder e, por isto, é necessário que o poder controle o poder ( sua teoria da tripartição dos Poderes ), apenas confirmou o que, com mais ou menos sofisticação, os filósofos de todos os tempos constataram, uns acreditando que as mais variadas teorias, no mais diversos campos do conhecimento, facilitariam a mudança da natureza humana, outros, mais céticos, alinhando-se ao pensamento montesquiano.
Sobre a natureza humana no poder, não acredito em teorias. O homem busca sempre o domínio e seu maior ou menor poder decorre exclusivamente de sua maior ou menor força.
Esta é a razão pela qual decidi denominar – à falta de melhor título para um cético em teorias – o opúsculo, que ora trago à luz, de “Uma breve teoria do poder”.
IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
Doutor Honoris Causa da Universidade Craiova – Romênia. Professor Honorário das Universidades Austral – Argentina, San Martin de Porres – Peru e Vasilis Goldis – Romênia. Catedrático da Universidade do Minho ( LLoyd Braga ) – Portugal. Professor Emérito da Universidade Mackenzie, do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – UNIFMU, do Centro Universitário Instituto de Ensino para Osasco – UNIFIEO, do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE/ Estado de São Paulo, da Escola Superior de Guerra – ESG e do Comando e Estado Maior do Exército – ECEME. Presidente do Conselho Superior de Direito da Federação do Comércio do Estado de São Paulo – Fecomercio – SP. Presidente Honorário do Centro de Extensão Universitária – CEU.

( gentilmente enviado pelo autor/amigo Ives Gandra para Selmo Vasconcellos )
UMA BREVE TEORIA DO PODER
IVES GANDRA DA SILVA MARTINS

EDITORA REVISTA DOS TRIBUNAIS, SÃO PAULO, SP, 2009.
Rua do Bosque, 820 – Barra Funda – 01136-000 – São Paulo, SP.
www.rt.com.br
Uma Breve teoria do Poder objetiva, exclusivamente, desventrar as razões que levam o homem a desejá-lo e quais os limites para a sua conquista e exercício. Partindo de reflexões filosóficas, análise histórica, formatações jurídicas, conformações econômicas, vivência política e considerações sociológicas, adentra o mundo dos fatos, da realidade do poder e de seus detentores, procurando demonstrar que o poder se justifica por si mesmo. O servir àqueles que lhe são subordinados, constitui, de rigor e apenas, efeito colateral ou, na maioria dos casos, campo de manipulação demagógica, como o correr dos séculos tem demonstrado.
A evolução da humanidade tem permitido o aprimoramento de mecanismos capazes de conter a escalada dos que o ambicionam, dentro de certos limites ou fronteiras. Se alguém, porém, com carisma próprio e sem oposição à altura, consegue alcançá-lo e exercê-lo à sua maneira e semelhança, nenhuma Constituição ou sistema legal é capaz de ofertar anteparo seguro contra esse intento, pois conquista e manter o poder é a grande e primeira ambição de todos os políticos ou déspotas, na história.
A teoria é breve e centrada, fundamentalmente, na figura daquele que detêm o poder, nos motivos que levam a essa ambição e na conseqüência de seu exercício sobre as massas.
Por isto, denominou-a o autor “breve”, adjetivo mais aplicável à história do que às teorias, mas, no caso, justificável, pois seu foco central é, exclusivamente, o homem detentor do poder.
SUMÁRIO
Introdução
1-O instinto de sobrevivência
2-O homem primitivo e a teoria da força
3-As regras naturais de Cálicles
4-A lei como redutora do poder
5-A natureza humana
6-Os tipos humanos
7-O poder e seus espaços
8-O poder e o servir
9-A teoria de servir e a vontade do domínio
10-Servir : efeito de manipulação
11-A ética e o poder, incompatibilidade permanente
12-O dinheiro e o prestígio – Moedas de troca
13-A força da contestação
14-A vaidade do homem
15-Os sábios e a tentação da superioridade
16-A alternativa dos empreendedores
17-Os contestadores ideológicos
18-Despreparados como nova via
19-Os estadistas, como exceção
19-Os políticos, como meio de vida
21-A necessidade do poder
22-A manipulação do povo
23-A demagogia
24-A lei como limite do poder e sua pouca eficácia
25-O ódio à oposição
26-A luta pela manutenção do poder
27-As guerras
28-A origem da guerra
29-Os amigos do rei
30-O tributo
31-Teorias filosóficas, constitucionais, partidos políticos, tripartição de poder, parlamentarismo e presidencialismo
32-O pouco impacto da experiência histórica
33-A evolução da humanidade cultural e empreendedora
34-Convivência do poder e do povo com a evolução tecnológica e científica
35-Uma teoria do poder
36-Os caminhos do futuro
BIBLIOGRAFIA
OBRAS DO AUTOR
INTRODUÇÃO
O título pode parecer estranho. Escreve-se uma breve história de poder, mas afirmar que uma teoria é breve, causa espécie.
Quis, entretanto, utilizar a adjetivação para a teoria que formulo, em face de não se tratar de nenhuma teoria política, filosófica, sociológica, econômica, jurídica ou mesmo histórica, sobre o poder. É apenas uma teoria sobre a natureza do homem, no exercício do domínio sobre os outros, quando assume governos. E se restringe, fundamentalmente, a este aspecto.
Quando Montesquieu afirmou que o homem não é confiável no poder e, por isto, é necessário que o poder controle o poder ( sua teoria da tripartição dos Poderes ), apenas confirmou o que, com mais ou menos sofisticação, os filósofos de todos os tempos constataram, uns acreditando que as mais variadas teorias, no mais diversos campos do conhecimento, facilitariam a mudança da natureza humana, outros, mais céticos, alinhando-se ao pensamento montesquiano.
Sobre a natureza humana no poder, não acredito em teorias. O homem busca sempre o domínio e seu maior ou menor poder decorre exclusivamente de sua maior ou menor força.
Esta é a razão pela qual decidi denominar – à falta de melhor título para um cético em teorias – o opúsculo, que ora trago à luz, de “Uma breve teoria do poder”.
IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
Doutor Honoris Causa da Universidade Craiova – Romênia. Professor Honorário das Universidades Austral – Argentina, San Martin de Porres – Peru e Vasilis Goldis – Romênia. Catedrático da Universidade do Minho ( LLoyd Braga ) – Portugal. Professor Emérito da Universidade Mackenzie, do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas – UNIFMU, do Centro Universitário Instituto de Ensino para Osasco – UNIFIEO, do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE/ Estado de São Paulo, da Escola Superior de Guerra – ESG e do Comando e Estado Maior do Exército – ECEME. Presidente do Conselho Superior de Direito da Federação do Comércio do Estado de São Paulo – Fecomercio – SP. Presidente Honorário do Centro de Extensão Universitária – CEU.

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