MOMENTO LÍTERO CULTURAL Nº 52
1- VILMACI VIANA ( VIVI )NATAL, RN
www.vivieventos.blogspot.com ** vv.viana@hotmail.com
Bom dia, Rondônia !
Bom dia, linda terra !
O sol já se levanta para que enxerguemos
A tua beleza, tua grandeza, tua história e poesia.
Bom dia terra de Marechal Rondon !
O sol já vem brilhando
E novas nuvens surgindo para te louvar.
Louvar teus mistérios, tua grandeza, tua floresta
Louvar teu povo e teus encantos.
Bom dia amada terra !
E mais nuvens vão se esgarçando no firmamento,
Onde belas constelações de estrelas se escondem
Aguardando os beijos de um novo dia.
Oh ! Porto Velho !
Do trem da borracha,
Das três Caixas d’Água, dos igarapés e botos rosados,
Do rio Madeira e dos tambaquis e dourados.
Linda e saudosa terra !
De ricas florestas e verdes pássaros.
Terra majestosa, território indígena,
De fortes e destemidos guerreiros,
Oh ! Terra de brasileiros.
Voltei !
Voltei, com olhos de poetas,
Olhos de amor e olhos de saudades.
Voltei !
Trazendo um ramalhete de flores perfumadas,
Para receber nos beijos do sol
As emoções de minhas lágrimas amazônicas.
Eis me em teu chão !
Recebe-me oh! Bela e querida terra,
Aqui estou, com lágrimas embebidas na alegria,
Dividindo, com esse amado povo,
Esse regresso de festivas e importantes lembranças,
Perpetuando-se na dimensão feliz de minh’alma.
Bom dia, Rondônia !
Porto Velho, 8/abril/2008.
2-ZHÔ BERTHOLINIZhô Bertholini, poeta e artista gráfico, natural de Santo André, SP, 1953, iniciou nos anos 70 sua produção & participação nos movimentos de arte alternativa. Editou “Sem ensaio”, 1994, “Artentativa” (livro objeto) edições do autor, 1996 “, “Poéticas urbanas”, 1996, Alpharrabio Edições, “Céu sem dono”, 2006, edição do autor. É editor, juntamente com Jurema Barreto de Souza, da Revista a Cigarra, que em 2007 lançou sua edição comemorativa de 25 anos de existência e resistência poética cultural..
1-estilo
brigamos, às vezes,
por quase nada; leituras
deleites
cantadas
após o quarto whisky
todos nós
temos algo de Paulo Leminski
+++
2-namarica
venci meus medos
fumando a vida
sem queimar os dedos
afinal de contas
tudo o que aprendi
segurar as pontas
+++
3-alvos
nem toda vidraça
estilhaça
o mesmo
som
ser poeta é vício
portanto
descarto a hipótese
que se nasce com o dom
+++
4-plenitude
hoje é domingo
peço paz & cachimbo
sem me importar
se sou mesmo fraco
se o touro é valente
se o buraco é muito fundo
ou se o mundo
vai mesmo se acabar
+++
5-vadiagem
meus passos, sempre meus passos,
eis-me a sós em solo diário
mapeando tardes inteiras e urbanas
automotivas
sinalizadas
enfileiradas
congestionadas
em meu coração que pulsa
na mais legítima contra-mão
ruas intercaladas
de pressas e surpresas
tudo gesto, ação e dispersão
em trajetos que somos
reais, humanos ou mera colisão
+++
6-Cenário Aberto
ares
de malabares
nas esquinas
no abre & fecha dos faróis
circo de sobrevivência
do ofício até os ossos
difícil ato de se equilibrar
sobre palco de asfalto
vagas habilidades
dos meninos da cidade
no trânsito do dia a dia
cativando medo ou simpatia
no ensaio das mãos
nada de muito ou pouco
apenas um baile de esperanças
descolando um troco
2-MÁRCIA SANCHEZ LUZNatural de São Paulo, capital, Márcia formou-se em Literatura Francesa e Inglesa. É pedagoga, psicóloga e tradutora de Inglês e Francês.
Iniciou sua vida profissional como tradutora e redatora, tanto de manuais técnicos como de normas de documentação e projetos na área de informática. É autora de diversos trabalhos de tradução e versão técnica nas áreas de alimentos, refrigeração e informática.
Na área de Psicologia, desenvolveu um trabalho voluntário com crianças limítrofes.
Casada, mãe de Tatiana e Bruno, mudou-se para Araras, interior de São Paulo, onde continua com seu trabalho de tradução, além de ministrar aulas de Inglês e Francês no estilo “Tailor Made”.
Escreve poesias desde os nove anos de idade, sempre se mantendo, por opção, no anonimato.
E novembro de 2006 decidiu que chegara a hora de partilhar relatos de suas vivências, até então interiorizadas.
Participa da Antologia “Saciedade dos Poetas Vivos” digital, volume 4, em Blocos Online, onde tem suas páginas individuais de poesia e prosa.
Em outubro de 2007 recebeu o título de Membro Efetivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores – AVSPE Efigênia Coutinho.
Em novembro de 2007, seu livro “No Verde dos Teus Olhos” foi publicado pela Editora Protexto, PR.
1-Ao Som de Madrigais
No ocaso deste acaso em que me vejo,
me perco em muitas curvas longilíneas:
tuas mãos em meus cabelos, benfazejo,
ao som de madrigais nas noites minhas.
Prefiro o teu perfume ao meu incenso
de mirra ou de jasmim quando em teu colo!
Porém quando te afastas, te dispenso.
Não esperes que eu te queira, não me imolo!
E por não ser mentira é que profiro
que a noite não passou de uma cantiga
deixada ao léu depois de alguns suspiros.
Tampouco vou querer ver teu delírio
em busca de um prazer que não mitiga
a sede deste amor que em vão aspiro.
+++
2-Escrever
Escrever é sorver a dor aos poucos,
é contar a si próprio o que bem sabe,
mas que aflige demais! Por ser tão louco,
faz que a alma, em torpor, logo desabe.
É cruel falar sobre o que machuca!
Mais cruel, entretanto, é não sentir
o que a vida oferece: pura luta
entre o ser complacente e o insurgir.
Se escrever é dar forma a certa ausência
na calada da noite ou mesmo dia,
vou seguir exaurindo a desavença.
Eis portanto o que faz a diferença
entre aquele que vive e contagia
e o que não sente a vida assim intensa.
+++
3-Contradança
Sou feito a bailarina que descansa,
entregue após a valsa que entristece
e que a faz, sorrateira em esperanças,
refrear o desejo que emudece.
Tão pouco sei de mim e de você!
(Do riso pulsa a veia latejante)
O espelho em que me vejo é tão clichê!
Reflete até o espaço itinerante!
Assim, quando acordar da contradança,
aguardarei o olhar que me envaidece
e que me faz corar e me enternece.
E entardecendo a dor que não fenece
meus olhos, de cansaço, vão se unir.
À espera, movimento não padece.
+++
4-Inalienável Veto
Mero traço que no peito abraça,
abarca em brisas soltas teu sorriso,
mas em vão sequer protege meu achado
das rudes ventanias que destronam a paz!
Quero a semente que te aleita a vida!
Em forma de sustento, o alento é puro.
Se na semeadura teu lago é mais fundo,
que então teus grãos possam nutrir meus dias.
Secreto a ti meus mais parvos idílios!
Caprichos tolos, porém verdadeiros.
E na pujança de meus devaneios
espero a noite que me acorde os sonhos.
Estreitas brumas impelem-me a alma
a transgredir preceitos tão abjetos!
Pois que de tola já me basta a crença
de ser em mim inalienável veto.
+++
5-Frenesi
Aos pedaços me atiro em movimentos
Frenesi, momento insano, me questiono
Se o que vivo é o que espero de minha vida
Se ao teu lado vou me achar na despedida
Mesmo em sonhos, tropeçando em descaminhos
Sou quem sou, não tenho nada que me impeça
De alcançar-me mais adiante, sem ter pressa
Vou viver meus sentimentos sem ti mesmo...
E ao dizer-me assim sem traços de amargura
Sou de ti meu descaminho que não mente
E que sente a dor da perda que consente.
Meu livro "No Verde dos Teus Olhos" foi publicado pela Editora Protexto.
Para adquiri-lo pela internet, segue o endereço:
http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=145
Visite meus espaços na web:
MÁRCIA SANCHEZ LUZ - http://www.marciasl2001.blogspot.com
O Imaginário - http://www.poemasdemarciasanchezluz.blogspot.com
No Verde dos Teus Olhos - http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=145
Antologia "Saciedade dos Poetas Vivos" Digital, em Blocos Online - http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/obrasdigitais/saciedigpv/04/marsluz01.php
Página Pessoal em Blocos Online - http://www.blocosonline.com.br/literatura/autor_poesia.php?id_autor=3251&flag=nacional
AVSPE - http://www.avspe.eti.br/poetas1/marcia.htm
Página Pessoal no Jornal de Poesia - http://www.revista.agulha.nom.br/marcialuz.html
Página Pessoal em Poetas del Mundo - http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=3759
Página Pessoal no Grupo Ecos da Poesia - http://ecosdapoesia.net/autores/marciasanchezluz.htm
4- MARIA EDILIA MAIA DE MORAES ( LIA MAIA )Nasci em Recife – PE, moro em Fortaleza. Tenho três filhos, todos já casados, e uma neta. Sou graduada em Pedagogia e pós-graduada em Psicomotricidade Relacional. Trabalhei com educação, exercendo “a arte de educar”,
estando sempre perto das palavras.
Creio que cada palavra é viva, é vida, é um pedaço do universo e na natureza intrínseca de cada uma localiza-se a sua luminosidade. Acredito também na eficácia mágica da pa-(lavra), pois com esta se pode convocar as forças benfazejas ou exorcizaras maléficas. Pode-se mudar a vida e transformar o mundo.
Penso que a poesia, entretanto, sobrepõe a palavra, pois se situa além das costuras da linguagem. Quando as escrevo, posso ter a chance de fazer alguém feliz, sorrir, ir adiante. Na poesia me encontro... Canto!
Maria Edilia Maia de Moraes __(pseudônimo: Lia Maia)
E-mail: mariaediliamm@hotmail.Com
Universo em versos meus...
(Seleção de Poesias)
1-Poema inacabado
Será tua dor intensa?
Se te doem nossas querelas,
que tal deixá-las passar?
Nos instantes que vivemos
coisas de amor se eternizavam,
madrugávamos após amar,
embriagados na substância do tempo.
Dia azulado coro de passarinhos,
corpo suado cheirava a jasmins...
Meu bem-querer pode ser infinito,
evitar atritos, gemidos, gritos...
Incessantemente buscarei
re / viver carinhos teus!
2-último poema
queria escrever um único poema.
um poema de poucas estrofes,
terno, simples, nada intencional,
mas ardente como sol do meio dia.
rimar palavras ao som do soluço,
consoar dissabores sem lágrimas,
declamar versos em cântico angelical,
refrear versos de mim mesma...
queria um poema perfumado,
entrelinhas com a beleza da flor,
a pureza contida na chama
que lapida límpidos diamantes...
ah! que se achegue a inspiração,
venha matar neste poema
desilusões,dores do coração...
3- Minh’Alma
Oh! Não chores minh'alma
Gosto de te ouvir a cantar
Exorciza tua dor, lágrimas
Esquece palavras que magoam.
Permita teus ouvidos,
Escutar canto doce, acalanto.
Ninguém precisa aturar,
Duras palavras, nelas acreditar...
Primavera vem após inverno
Outono nos leva a esperar,
Tempo para amar.
4-MEU MAR
Olho o mar, pele azulada
me convida....Mergulho fundo!
Seus braços me acalentam,
espumas me fazem flutuar.
Gaivotas brancas planam no horizonte
molhada canto junto com as sereias...
Ah! Quero sempre ter o mar.
Vestir algas, me perfumar com sargaços,
adornar cabelo com suas estrelas
O mar é sem porquê.
Vive no vai-e-vem das ondas.
Quisera não ter o olhar fixo em nada.
Nem perguntar se alguém me vê...
Hoje desejo nadar,
apenas nadar e mergulhar.
Brisa suave da tarde
beija faz amar/ mar/ amar!
5- Uni/ versos_ In/ versos..
Se escritos me fazem chorar
Para que abrir páginas do livro?
Quisera outra visão de mundo.
Hoje tudo se perde,
nada se transforma...
Há choro, ranger de dentes,
desespero, raras sementes.
Floresce apenas maldade, medo,
não há jasmins nas janelas.
Violência, impotência, paralisação,
eis o caos das mentes...
Uni/ versos _ In/ verso...
Quisera outra visão de mundo!
6-AMAR
Amor tão louco em mim vive.
Quando começou, aonde, como?
Ah! Esse meu amor loucura
Se terminasse agora?
Sei não – se desejo saber disso;
uma névoa as vezes mascara
a verdade dessa coisa concebida,
firmada, vivida, que deseja ser real!
Desse amor fiz objeto amado,
quer ele desapareça, permaneça,
eu não o vejo fora de mim,
nem mesmo esvaecer-se:
feito fumaça da chaminé,
cheio de sargaço, perfume de jasmins...
Ah! Se esse amor findar
vai afastar cada um, a cada um,
outro mundo revelará,
tudo deixará de ter sentido,brilho.
O meu amado não cantará versos
nem tão pouco o ouvirei clamar, suplicar .
De repente estarei sem o infinito,
sem carne , sem chama, sem ar.
Serei apenas grito...Gemido.
Se o amor desaparecer,
quando e como eu não espero,
terei o sofrer, logo eu tão enamorada.
Terei que desconstruir a história desse amor.
Descrever , recitar o amor que chegou ao fim,
hei de naufragar em pranto por um tempo
Ah! Eu que me sinto poeta,
não darei permissão a mim mesma,
além do chorar, versos tristes cantar !
Poderei outra vez conjugar o verbo AMAR
5- RICARDO ALFAYARICARDO INGENITO ALFAYA, nome artístico: Ricardo Alfaya, carioca, 54 anos, divorciado, formado em Direito, pela UFRJ e em Comunicação Social, com especialização em Jornalismo, pela Facha. No início dos anos 80, atuou como jornalista para o "Informativo", da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e para o "Perspectiva Universitária" da Fundação Mudes. Trabalhou de 1974 a 1995, no Banco do Brasil S.A., no qual exerceu cargos de Gerência Média, foi Professor de Relações Humanas e corrigiu provas de Redação de concurso. De 1996 a 1998 foi sócio-gerente da Casa de Cultura Nozarte Ltda-ME. De 1998 em diante, passou a atuar como autônomo, em áreas relacionadas ao ensino, à imprensa e à edição e venda de livros. Beneficiado pelo regime antigo, aposentou-se em 2007 pelo INSS, porém continua em atividade nas áreas mencionadas. Tem dois livros publicados: "Através da Vidraça", 1982, pela Poeco, São Paulo-SP, poesia e "Sujeito a Objetos", 25 trabalhos inseridos em "Rios, coletânea de poemas", Ibis Libris, 2003, obra que reúne ainda quatro outros poetas: Elaine Pauvolid, Márcio Catunda, Tanussi Cardoso e Thereza Christina Rocque da Motta; sob a coordenação e patrocínio de Márcio Catunda. Participou tb do movimento de poesia visual e arte postal, com diversos trabalhos expostos no Brasil e no exterior, vários deles incluídos em catálogos das mostras, além de incorporados aos acervos de galerias e museus. Integra 22 antologias, das quais destaca: volumes III, V e VII de Saciedade dos Poetas Vivos, Blocos Editores, Rio de Janeiro, entre 1993 e 1995, sob a coordenação de Leila Míccolis e Urhacy Faustino. Ensaios e poemas diversos em "Literatura, Revista do Escritor Brasileiro", coordenada por Nilto Maciel. Participação em "Globus", organizada por Giovani Campisi, Edizioni Universum, Trento, Itália, 1999. Antologia Poetrix, Scortecci Editora, São Paulo, 2002, organizada por Goulart Gomes, na qual participa com 15 tercetos. Destaca ainda sua presença em "Onze Autores da Web", Ottoni Editora, 2003, organizada por Douglas Lara, da qual participa a convite, com 19 textos minimalistas , reunidos sob o título "Dez Em Cantos Sedutores e Nove Poemas ao Mar". Prefaciou livros para diversos escritores: Joaquim Branco, P.J. Ribeiro, Ronaldo Cagiano, Elaine Pauvolid, Fabio Rocha, J. Cardias, José Geraldo Neres, Adriana Zapparoli, Márcia Maia e Sérgio Gônimo. Obteve 22 prêmios literários, ressaltando sua inclusão por Leila Míccolis no projeto Brasil 500 Anos de Poesia, seleção dos mais significativos nomes da poesia brasileira, desde suas origens. Citado, em 1998, na página 05, em revista universitária da "Proler", pelo escritor, crítico literário e doutor em letras Joaquim Branco, no quadro de "Principais Autores", dentre os "poetas e ficcionistas contemporâneos". Em 2000, Teve o poema "Padaria Rio Doce" escolhido por Affonso Romano de Sant'Anna, único julgador, para integrar CD-Rom com 15 autores, como prêmio do "I Concurso do Site Poemas Azuis", promovido por KK Blue (Cláudia Penna). Vários textos em verso e em prosa, bem como poemas visuais, acham-se publicados em diversos sites literários nacionais e internacionais e se encontram em mais de 70 periódicos do Brasil e do exterior. De 1995 a 2006 co-editou, com Amelinda Alves, o "Nozarte Informativo Impresso e Eletrônico".
PERDIDO
Dentro de casa
domingo chuvoso
contemplo postais
de minha cidade
Um paraíso
em que nunca vivi
+++
O SILÊNCIO DO ROUXINOL
Shuang Sei
queria ver o rouxinol cantar
Mas o pássaro não canta
porque se encontra cercado
por barras de ouro
Shuang Shei não se consola
gastara uma fortuna
na esplêndida gaiola
CADENTE
De repente
a estrela mais distante
se revela
ser aquela
que mais parecia
ao alcance da mão.
BALANÇO
Dois olhos
Dois braços
Dois seios
Duas pernas
Um poema
DA SALVAÇÃO
Ninguém
salva daqui
ou dali
um outro alguém
Ninguém salva mesmo ninguém
Inútil a salva de palmas
6-SUELI FAJARDO & FRANCIS PIRESA ARTE DE FALAR BEM
Quem fala bem demonstra capacidade de raciocínio e clareza de idéias.
Falar em público é uma das atribuições mais importantes de muitos profissionais hoje em dia, seja para expor suas idéias, apresentar um projeto ou simplesmente participar de uma reunião. Porém, é ainda uma tarefa que inspira receio em alguns, e até mesmo pavor em outros. A ausência dessa habilidade pode comprometer o sucesso profissional de muitas pessoas.
O domínio da comunicação verbal, certamente, é elemento de primeira necessidade, seja na vida profissional, ou pessoal. Por isso, é essencial saber comunicar-se com clareza, usando de naturalidade, deixando o medo, a insegurança e a ansiedade de lado. Difícil conseguir isso? Não para quem conhece os modos de superar a dificuldade de se comunicar e, com isso, tornar-se um excelente orador.
Algumas dicas de como se comunicar melhor:
- Evite modismos (“tipo assim”, por exemplo), frases feitas e gírias. Isso demonstra vocabulário pobre.
- Evite também o “gerundismo” (estar providenciando, estar retornando a ligação).
- Os estrangeirismos, se não forem bem usados, também se tornam desagradáveis e irritantes (dar um “up”, tomar o coffebreak).
- Procure pronunciar bem as palavras, sem omitir letras ( os “s” e “r” finais, o “i” intermediário: primero, janero, as coisa, comê, fazê, precisá…)
- Tenha um vocabulário adequado, isento de termos pobres e vulgares. E muito cuidado ao usar termos técnicos ou profissionais (os famosos jargões)
- Atenção especial à gramática. Muitas vezes você será avaliado pela maneira como constrói as frases, faz as concordâncias, conjuga os verbos. Se tiver dúvidas, consulte uma boa gramática ou o dicionário.
- Tenha boa postura no momento de se expressar. Seja natural nos gestos, tenha firmeza nas atitudes, saiba o que fazer com as mãos. Não demonstre nervosismo, tenha o semblante descontraído, se possível sorridente.
- Não deixe frases soltas no ar. Complete suas idéias, não omita as palavras.
- Tenha o que dizer, busque informações, mas lembre-se: ser criativo é mais importante que ser bem informado, pois sem criatividade não saberá o que fazer com a informação.
- Mantenha sempre o bom humor, mas evite contar piadas, principalmente se você não levar jeito pra isso. Deixe as piadinhas para momentos descontraídos com os amigos.
- E nunca se esqueça: o bom comunicador deve sempre saber ouvir. Esteja disponível. Adapte-se a mudanças, esteja atento a exigências do mercado, capacite-se, leia muito, atualize-se.
Esses são alguns passos a seguir para ter mais segurança ao falar em público, além, é claro, de planejar o que pretende falar e estar preparado para eventuais intervenções ou questionamentos.
A única razão para uma pessoa ter medo de falar em público é a falta do hábito em fazê-lo. Portanto, tenha uma atitude positiva, adquira autoconfiança e, com o tempo, você achará a coisa mais natural do mundo falar para algumas pessoas em uma reunião, ou para uma grande platéia. Não haverá diferença, desde que você esteja preparado para isso. Acredite em você, comunique-se e seja feliz!
Francis Pires e Sueli Fajardo
FONTE : http://revista.sinceridade.com/?cat=24

7- CLÁUDIA GONÇALVES
Poeta gaúcha, nascida em junho de 1968, é consultora de moda, reside em Porto Alegre.
Coordenadora do Proyecto Cultural Sur/Brasil e Curadora do Site Alma de Poeta. Colaboradora dos jornais : www.rondoniaovivo.com – MOMENTO LÍTERO CULTURAL *** http://orebate-selmovasconcellos.blogspot.com – MOMENTO LÍTERO CULTURAL do jornal www.jornalorebate.com *** MOMENTO LÍTERO CULTURAL do jornal ALTO MADEIRA, Porto Velho, RO.
Participação em antologias:
Casa do Poeta Rio-Grandense em 2006;Casa do Poeta Rio-Grandense em 2007;Congresso Brasileiro de poesia em 2007;Poetas pela Paz e Justiça Social em 2007;Poesia do Brasil vol l /05 2007;Poesia do Brasil vol l /07 2008;Poesia do Brasil vol l / 08 2008;Poeta mostra a tua cara /2008.
1-Alma de poeta
carrega sonho
em metáforas
atenta aos amores
as partidas
o som, o silêncio...
o pensamento navega
no subterrâneo
da emoção
magia que pulsa
nas entrelinhas
do que projeta
e no delírio
da inquietude
está a alma do poeta
***
2-Noite
salgado silêncio
pintado de breu
andando
de rua em lua
buscando a cor
na derme do escuro
um mergulho vermelho
no túnel da boca
um coral
de palavras loucas
entorpecendo
...cantando
em labaredas
beijos...
que inflamam
aquecem
transpiram
e calam
***
3-Do calar
às
vezes
basta
ouvir
o
silêncio
e
tudo
muda
de
lugar
na
esquina
do
calar
foi
ali
que
nos
perdemos
***
4-Utopia
não é nada
é só poeira de sonho
de uma noite de outono
até esqueci
e deitei no vazio
que ocupou meus ais
foi só uma miragem
pintando a face
de um amor distraído
que tropeçou no silêncio
e amanheceu você
***
5-Desencontro
por onde
não andei
estava
seu rastro
quando
adormeci
você passou
sem perceber
os sulcos
deixados
no caminho
despertei
enquanto
o sol...
...ainda
dormia
***
6-Breve
houve
um tempo
em que
o momento
voou
e passou
em silêncio
***
7-Psiu
lendo
silêncios
a
lua
nua
dorme
***
8-Insone
noite embala
suave melancolia
enquanto o silêncio
zomba em gotas
pálpebra
cristalizada
tomba exausta
...mas o porto
é insone
o pensamento voa
e brota o desejo
de com palavras bordar
e um poema esculpir
...invadir o silêncio
e a insônia banir
***
9-Prelúdio
em um dia branco
alva era a flor
que o perfume trazia
em sulcos profundos
embriagando sentidos
rasgando caminhos
enquanto
à esperança gritava
...tecendo
novelos do tempo
que queria encontrar
asas pra fugir
do intenso escuro
...que em malas
guardava
sonhos sem janelas
8- JÂNIO SILVA
O Relógio da Igreja, marca,17:32,m. Esse fim de tarde maravilhoso, essa gostosa sensação de paz, essa liberdade, tal qual pássaro, solto da gaiola. Esse banco comum de praça onde nada me prende e aprisiona minha alma.
Olho à tarde, do sino, sino de minha solidão e baladas intermináveis, em meus ouvido, de homem amadurecido. O engraçado que me pego pensando, que já visitei o alto da torre do sino, em um episodio inusitado. É uma longa historia... Não cabe contar agora. Nessa ocasião, meu espírito, livre, aventureiro, sonhador, teve a companhia de uma bela e doce alma feminina do passado.
Grandioso e misterioso é o tempo. Permite-me visitar minha infância. Brincadeiras nas ruas, petecas. O primeiro grupo escolar, Duque de Caxias. A primeira professora, Janete. As fugidas da escola, para jogar bola na chuva e “matar o tempo”.
Depois, a adolescência. O colégio Dom Bosco. E eu, menino humilde estendi laços de amizades, muitos permanecem, até hoje. Tive uma infância bastante ativa, como atleta e representante do Dom Bosco, nos jogos escolares de Rondônia – JOER. Mas foi no jogo de xadrez, onde me encontrei. Nossa equipe, campeã: Jânio, Eli e Roberto. Deste último, não tive mais noticias. O Eli, é o médico Eli Camurça Junior. Sempre que nos encontramos cultivamos o respeito enxadrístico e registramos em nosso computador pessoal, essas boas lembranças.
Hoje, amo profundamente o xadrez, e sou, seu defensor ardoroso de sua implantação nas redes públicas escolares. Temos o prefeito de Porto Velho, um enxadrista, que nos idos de 1985, quando aqui chegou, participava de encontros de enxadristas. Seu xadrez limitado, e sua inabilidade para o jogo, o afastou prematuramente, desse convívio saudável, encontrado no mundo enxadrístico.
Neste meu pequeno olhar no tempo, como bom tucano, faço um vôo, com Mario Covas. Este sim, foi um campeão na vida. Amou sua carreira pública, a amou profundamente o xadrez. Foi um excelente enxadrísta e incentivador do desenvolvimento do xadrez no Brasil. Sua família doou seu acervo e material de xadrez, para o Clube de Xadrez de Santos - sua cidade natal. Obrigado, governador Mario Covas, pela sua contribuição ao esporte que imortalizou José Raul Capablanca.
Essa janela aberta de meu tempo. Orgulho desse cidadão do mundo, que traz no seu passaporte universal, a assinatura de Deus. É como, orgulho, de pai, que acompanha os primeiros passo de um filho.
O autor, Jânio Silva, foi tricampeão rondoniense de xadrez e duas vezes campeão da região Norte. Afastou-se recentemente da presidência da Federação Rondoniense de Xadrez – FFX, para concorrer á uma vaga de vereador pelo PSDB.
Fonte : www.rondoniadinamica.com.br
9-MARISA ZANIRATO ( Colaboração )
O texto do Paulo Mendes Campos é 1965, mas só agora, quando a moda é comentar a reforma ortográfica, nos lembramos que falamos Português!
Vale lembrar ainda que o acordo ortográfico foi firmado entre o Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, em 1991 e aprovado no Congresso Brasileiro em 1995, aguardando apenas a adesão de Portugal para a adoção oficial das novas regras.
ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO, COITADA,
OU COPACABANA BEACH
Paulo Mendes Campos
Copacabana, em Rio de Janeiro, Brazil, é um endless week-end. Aí, o sol, o único a trabalhar full-time, se fez o melhor public-relations da cidade, desnudando os habitantes, facilitando o convívio.
Depois do breakfast, as girls, ouvindo um long-playing no pick-up, trocam rapidamente o baby-doll pelo maillot e se mandam para a praia com seus charmosos sun-shades. Vende-se de tudo na praia: ice-creams, coca-cola, geneal, sandwiches, crush, everything. As mais famosas stars, as mais glamurosas starlettes, as mais lindas pin-up dos magazines ilustrados, os play-boys mais bem lançados, todos freqüentam as areias de Copacabana Beach, onde bronzear a pele, flertar, folhear o best-seller da moda, mascar chiclets, discutir os gossips, ouvir o hully-gully de um transistor, são os passatempos de todas as manhãs. Copacabana reúne as pessoas mais podres de chic do nosso café-society.
O short, o bermudas, o double-face, o blue-jeans, o bikini, são os uniformes oficiais da Zona Sul, não sendo o topless permitido pela polícia. Velozes jets cruzam o céu azul; liners de luxo ganham o mar alto; destroyers da Armada costumam evolucionar graciosamente nas vizinhanças das Cagarras.
A praia é bárbara: teams de foot-ball revelam os futuros craks do Brasil, estando aqui representados outros sports, como o volley-ball, o hand ball, a medicine ball, o yatching, o ski aquático e o delicioso surf-riding.
Depois do banho de mar, é dar uma esticada a um bob's, onde se encontra toda a sorte de soft drinks, milk shakes, e onde é agradável fazer um quick lunch de chicken salad, hot'dog, hamburger, cheeseburger, ham'n'eggs, bem sazonados com mostarda ou ketchup. Alguns preferem o bar para um drink de whisky, uma gin tônica ou um cock-tail.
O shopping é outra das alegrias de Copacabana, que dispõe de moderníssimas boutiques e amplos supermarkets. E então, com o pôr-do-sol, o Rio by night começa a viver intensamente em suas boîtes, music-halls, night-clubs. Really exciting. Reporters andam pra cá e pra lá à cata de flashes e gossips. Excelentes crooners enchem a noite de melodias, desde o blues ao surf. Os shows têm o orgulho de exibir algumas das girls mais belas do mundo. Ao som do jazz — o cool e o hot são indiscriminadamente cultivados — os pares, cheek-to-cheek seguem as evoluções do twist ou de qualquer outro hit do momento. Nota-se ainda a rentrée do fox-trot, do lambeth walk e do charleston, estilos que fizeram o charme dos twenties nos States. Tudo com um sex-appeal legal! Os que apreciam a arte do strip-tease não se privarão de seu espetáculo preferido. Just sexy! E air-conditioning!!!
O Rio tem os seus pecados também ... Como o trottoir não é permitido, embora se faça, é mais seguro pedir a um barman que lhe chame uma call-girl tártara.
Copacabana, numa palavra, é um exemplo de quanto conta pra o progresso a sadia filosofia da free enterprise, pois foi através de uma especulação imobiliária bacanérrima que os business men conseguiram construir esta flor da civilização ocidental. That's a paradise!
Nomes de algumas boates e restaurantes de bon ton: Sacha's (seven to seven), La Cloche d'Or, Le Bon Gourmet, La Cremaillère, Black Horse, Le Baccarat, Al Buon Gustaio, Little Club, Le Bec Fin, Fred's, Ma Griffe, Drink, Studium Dinner Dance, Hi-Fi, Rose Garden Club, and so on ...
Alguns magazins up to date: Femme, La Merveilleuse, Toutemode, Blumenkopf, La Robe, Deauville, Étoile, Mayfair, L'Amour e, por último, Future Maman.
Pratos típicos: beans, haricots, fagioli, bohne, respectivamente com rice, riz, riso e reis.
O. K. Now stop. Ciao.
Do livro 'O Colunista do Morro' - Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965.
10- TERESINKA PEREIRA
ATÉ A PROXIMA, POETA JOZO BOSKOVSKI JON!
1933-2008
O fogo queima
ate mesmo o mar.
Meu fogo se estende
por toda a humanidade!
Jozo Boskovski Jon
... e o fogo não foi,
e o poeta ficou sabendo que a morte
é o respeito e o recibo da vida,
porque é o criador desta aventura
que se desloca em vôo definitivo.
Poeta, fogo que a nuvem
não apagará nunca, que o vento
não consegue extinguir,
e que o verde da folha em primavera
há de renovar dia a dia em seu nome.
Poeta, agora reciclado em natureza,
sua nova ecologia ensina
aos pássaros vivos um tom especial
para celebrar este inaudito vôo:
... até sempre!!!!
TERESINKA PEREIRA
Jozo Boskovski e o mais consagrado escritor
da Macedônia. Era membro da IWA e do Parlamento
Mundial dos Estados para a Segurança e Paz
Também um grande amigo e colaborador Lítero Cultural. Descansa em PAZ , amigo !!!

15 Comentários:
Fico eternamente grato...Aos editores do jornal o rebate, em especial ao colunista Selmo Vasconcellos, por nos ofertar, através, de uma das mais belas formas de expressão humana, que sem dúvida alguma é a POESIA, em suas diversas faces, que se apresenta, no palco de nossa existência. Meu, muito Obrigado SelmoVasconcellos!!!
Um forte abraço, deste, humilde amante, dos versos "como quem morre de M.Bandeira, dos becos de Recife e toda Poesia Libertária, que se resuma no Amor. Este sentimento, que só os verdadeiros Poetas, verdadeiros revolucionários de si mesmo, tidos, até como tolos, porém, não covardes, se lançam, destemidos, valentes, peões gigantes de um tabuleiro, onde o rei não é rei. A dama sim:excelência da noite, Deusa Rainha da poesia, Mulher deusa ,transformada em deusa mulher, como, bem cantou, o poeta ,Amigo Bahia, em sua rede, tecida de sonhos, por rendeiras, rendas de poemas, tear, que Bahia, tanto prezou.
Caro amigo Selmo, tentei enviar essa mensagem, para o Jornal Rebate. Porém, não consegui. Se possível, envie resposta ou reproduza nos seus espaços Literários. Saudações Enxadrísticas,
Jânio Silva, enxadrista e pré-candidato a vereador pelo PSDB . 45, Acertou. Sou Tucano até Morrer!!!
Por
Anônimo, Ã s 10:42 AM
Selmo, os poemas ficaram muito bonitos em sua casa. Adorei e te agradeço do fundo de meu coração.
Um beijo, com carinho,
Márcia
Por
Márcia Sanchez Luz, Ã s 2:38 PM
Poeta Márcia Sanchez Luz,
Parabéns!!
Lindo seu poetar.
Beijos.
Malu Mourão.
Por
Anônimo, Ã s 4:57 PM
Obrigada, Malu, por seu carinho.
Beijos,
Márcia
Por
Márcia Sanchez Luz, Ã s 6:27 PM
Caro Selmo,
Beleza a edição de meus poemas no MLC 52. Curti muito tb o Zhô, ótimo tanto na foto quanto nos textos. Destaque tb para os escritos da Cláudia Gonçalves. Theresinka, Paulo de Mendes Campos... em suma, excelente estar presente nesta edição em que todos os participantes deram um recado legal. Felicidades, Ricardo Alfaya.
Por
Anônimo, Ã s 6:58 PM
Este comentário foi removido pelo autor.
Por
Márcia Sanchez Luz, Ã s 5:41 AM
Aff difícil de comentar um blog quando ele traz numa mesma edição tanta gente querida: Marcia Sanchez Luz, Ricardo Alfaya, Tania Diniz, Anibal Beça, Luiz de Aquino... Enfim tantas feras da literatura juntas, desta forma cabe-me parabenizar o editor por reuní-las. Obrigado pelo prazer da leitura, urhacy faustino
urha
http://urha.blog.terra.com.br/
Por
Anônimo, Ã s 5:46 AM
Olá querido Selmo e autores do Lítero Cultural, desta vez comecei a ler um poético "Bom dia Rondônia" da poetisa Vivi, que me fez imaginar a beleza de Rondônia; depois me perdi meu olhar com Zhô, onde ele diz que ser poeta não é dom, mas vício (ele está certo); li os sonetos de Márcia, arte poética esta que exige dedicação, e que me encantaram pela forma e conteúdo; vi Lia Maia e seu "último poema" com suas letras perfumadas; os poeminhas de Ricardo, concisos e bem ditos, que têm até estrela cadente; detive-me na "Arte de falar bem"; também há a Cláudia com seu "Alma de Poeta" e seu estilo de poesia líquida, que escorre em palavras e sentidos pela tela; Janio, que conta algo sobre os mistérios do tempo; entre outros textos de qualidade nesta recente edição de O Rebate. Abraços - obrigada pela leitura.
Por
Madalena Barranco, Ã s 7:27 AM
Parabéns, caro Selmo, pela riqueza literária do "MLC Nº52", amei!
Registro meu louvor às essências poéticas de cada um dos poetas em destaque, bem como à percepção sensível do editor!
Meu abraço, Lou Correia.
Por
Lou Correia, Ã s 8:59 AM
Um privilégio poder ler tão bons trabalhos. Destaco Márcia Sanchez Luz e Cacau Gonçalves...
Isso é mais que um momento lítero, é uma eternidade cultural... Obrigada, Selmo, por mais esse presente.
Grande abraço.
Chris
Por
Chris Herrmann, Ã s 12:52 PM
Anônimo disse...
Acompanho a Márcia Sanchez Luz de algum tempo. É sem dúvida um talento literário dos mais promissores. É fundamental que os aprecisadores da boa poesia prestem atenção às suas criações. Os cinco sonetos aqui publicados são pérolas raras de beleza, profundidade, música e apuro literário.
Um beijo Márcia e foi um delírio poder ler os 5 sonetos numa só puxada.
Airo Zamoner
5:22 AM
Por
Anônimo, Ã s 8:09 AM
Boa noite Selmo. Parabéns pela sua página, que já conhecia impressa, agora na Internet. Além da minha opinião na importante matéria sobre bibliotecas, vi lá minhas amigas Rosana e Neli Vieira. Você é realmente um dos melhores colunistas literários deste País.
Saudações Hildebrando Pafundi
Por
Hildebrando Pafundi, Ã s 5:18 PM
Selmo! Grande amigo! Tenho grande orgulho de te-lo como amigo! Esse ser humano imenso de cultura! Parabens e muito sucesso! Beijos
Por
HANNA, Ã s 6:00 PM
Parabéns, Anselmo. Depois dizem que morreram os Dons Quixotes. Os Moinhos de Ventos estão aí, enguiçando...
Por
LASANA LUKATA, Ã s 6:06 PM
Grande amigo Selmo! Bela coletânea! Parabéns pelo trabalho de reunir tantos talentos, tanta poesia, tantas linguagens ... essa diversidade enriquece a alma de nosso povo. Continue adiante! Um grande abraço!
Por
Rotas, Ã s 9:45 PM
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